A beleza física está cada vez mais suprimindo a beleza do caráter e da humildade. Parece que não importa muito se você é educada, se é uma pessoa de adorável companhia se você não estiver inserida nos padrões estabelecidos pela ditadura da beleza. É como se o fato de você não seguir a essas “regras” anulasse tudo o que você tem de melhor. Você precisa ser bonita, seguir as tendências da moda... É, parece que isso é o suficiente para alguns. Mas o que é ser bonita? É ser macérrima, alta, ser uma Giselle, ou ser quem você é, aceitar a sua beleza e saber valorizá-la? Mas, infelizmente, algumas pessoas estão tomadas pela ideia da perfeição- que em minha opinião não existe- e fazem de tudo para alcançá-la. Não se aceitam como verdadeiramente são. E essa busca incessante pela beleza padronizada cresce cada vez mais, porque não importa quem você é, como você pensa, como você se comporta, se você não seguir a essas regras que são impostas. Não generalizando, claro, mas isso ocorre em muitos setores profissionais, sociais, e de relacionamentos. Se você não corresponde fisicamente ao que é solicitado, pouco importa o que você tem como atributos pessoais. Não que você não tenha que cuidar da sua aparência e buscar recursos para melhorá-la; mas será que beleza é TUDO? Será que a aparência física diz realmente quem você é? Saibamos apreciar a embalagem, mas não esqueçamos que o mais importante é o conteúdo.
"Quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora."
(Johan Goethe)
"Quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora."
(Johan Goethe)

