Sempre haverá algo que nos
inquiete. Faz parte da vida. E é preciso estar atento, querer ir além ou
ainda fugir daquilo que nos parece óbvio. Mas nem todos estão dispostos a isso.
Saibamos, pois, que é essa inquietude frente às coisas o que nos impulsiona,
nos fortifica, nos convida a enxergar o mundo sob várias óticas e não apenas
como um todo certinho que não precisa de reparos. É na luta constante de
arrumar algo aqui, algo aqui, buscar encaixes que a gente vai, principalmente,
se descobrindo. Não nos daríamos a essa preocupação se tudo fosse tão certo e
plano. Pensar a respeito do outro, de nós mesmos e das coisas buscando
respostas, soluções (embora nem sempre sejam encontradas) é fundamental,
acredito, para que a gente cresça e se permita a viver mais e melhor. Saber que
existe outro mundo além do que criamos para nós mesmos e outras razões para que
as coisas sejam como são é um dos passos para se chegar à maturidade. Maturidade
essa que não se restringe apenas a números mas também a pensamentos. É no ir e vir das
idéias, das tentativas, nos erros e nos acertos que vamos nos moldando e nos
firmando na vida. Assim, é preciso estar certo de que é preciso, sim, essa
inquietude, os questionamentos, a não aceitação de tudo o que a nós chega sem
antes refletirmos a respeito. É dessa forma que o nosso mundo funde-se com
outros mundos, nos (re)descobrimos e a vida, sem dúvida, torna-se algo bem mais
agradável. Permita-se. Deixe-se ir além da superficialidade das coisas. Quase
sempre o saldo é positivo.

E que as inquietações sempre nos levem para além da superfície...
ResponderExcluirUm abraço!!!
Sempre, sempre nos inquietamos por isto
ResponderExcluirou por aquilo.
Um bj.
Irene Alves