Há quem tema um cachorro que vive preso em grades
ou sufocado por uma coleira...
Eu não, meu Deus!
Eu temo esse ser manso, que anda livre e nos sufoca
com o peso da maldade.
Joyce Kelly
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9 de julho de 2011
6 de junho de 2011
Live, Love, Laugh...
É preciso encher-se de amor
Até transbordar em sorrisos
Por todos os lados...
É preciso abraçar, não uma nem duas vezes
Mas o quanto for preciso e sempre mais...
É preciso caminhar mais vezes, com passos leves, vento nos cabelos e olhar de paz
De mãos dadas, quem sabe...
É preciso também deixar que a chuva molhe teus cabelos, encharque tuas roupas
E que isso te faça sorrir
Que você não tenha medo de ser bobo vez em quando
Que o cinza dos dias não tire seu colorido mais bonito.
É preciso ainda que você acredite: em você, em alguém
Que a maldade do mundo não te tire o desejo de paz
Que os dias de chuva não escondam o teu calor mais intenso
E que este calor aqueça a quem sente frio.
É preciso apreciar os verdadeiros tesouros da vida
É preciso Viver...Joyce Kelly
20 de fevereiro de 2011
Dos desejos
Silêncio para os que não sabem calar
Palavras para os que não sabem falar
Alegria nos dias tristes
Na tempestade, calmaria
Na ausência, o calor do abraço
E nas páginas em branco...
Motivo de poesia.
Joyce Kelly
28 de janeiro de 2011
Let me go...
É que cansei das palavras vãs,
Das promessas que nunca se cumprem
Dos desejos que são só desejos.
Cansei dos braços que nunca foram abraços
De gostar do que nunca existiu
De esperar o que sei que não chegará.
Cansei de buscar poesia para essa vida tão prosaica
De esperar sorrisos, doçuras, afagos
Cansei de esperar...
Deixe-me ir
Ser o que nunca fui
Viver o que nunca vivi.
E quem sabe assim
Eu não seja o que quero
Mas o que preciso ser.
Joyce Kelly
24 de outubro de 2010
E por isso... Abraço.
13 de setembro de 2010
A magia das rosas
8 de setembro de 2010
Metamorfose
O vento, em seu menor sopro, despe as árvores
Mas o homem, em sua ignorância, as arranca
O pássaro, em sua delicadeza, constrói o ninho
Mas o homem, sem pudor, o destrói
As flores, em suas belas cores, colorem os jardins
Mas o homem, em sua cegueira, ainda prefere o cinza
O verde, não é mais verde
Deu lugar ao colorido dos outdoors, dos prédios, dos shoppings...
Para se obter o amarelo é preciso lavar-se de vermelho
O nosso céu agora é cinza
O branco é utopia
As cores são substituídas, as posições invertidas
Como classificar os verdadeiros seres desta vida?
Joyce Kelly
Mas o homem, em sua ignorância, as arranca
O pássaro, em sua delicadeza, constrói o ninho
Mas o homem, sem pudor, o destrói
As flores, em suas belas cores, colorem os jardins
Mas o homem, em sua cegueira, ainda prefere o cinza
O verde, não é mais verde
Deu lugar ao colorido dos outdoors, dos prédios, dos shoppings...
Para se obter o amarelo é preciso lavar-se de vermelho
O nosso céu agora é cinza
O branco é utopia
As cores são substituídas, as posições invertidas
Como classificar os verdadeiros seres desta vida?
Joyce Kelly
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